domingo, 29 de dezembro de 2019

São José de Ubá comemora seus 24 anos com Sessão solene de entrega de títulos, mas não atrai público

Aconteceu neste sábado dia 28 de dezembro dia em que se comemora o aniversário de 24 anos de emancipação politico administrativo da cidade de São José de Ubá, a sessão de entrega de títulos de cidadania Ubaense e medalhas a personalidades que contribuíram com o município.

A sessão foi realizada pela Câmara Municipal de vereadores que tem como presidente a senhora Sandra Pavan em parceria com a Prefeitura municipal que a frente o prefeito Marcionílio Botelho.

Entre os agraciados estiveram lideres religiosos, empresários, autoridades de outros municípios e os deputados Federais Gutemberg Reis e Áurio.
  
A baixa na quantidade de pessoas foi um dos pontos que mostrou que a presidente da Câmara não está com tanto prestigio assim, essa foi a sessão solene que menos pessoas participou em toda a historia do município, uma drástica mudança também pode ser notada na voz que apresentava a sessão solene, pela primeira vez na historia a presidente do Legislativo Ubaense não achou locutor a autora do evento na cidade trazendo para fazer a apresentação uma locutora de fora do município, desmerecendo a classe dos profissionais de locução da cidade, oque não agradou nem os profissionais nem uma boa parte do publico que ali se fazia presente.

Outro ponto que também chamou a atenção dessa reportagem que essa sessão também entrará para a historia por ser a unica sessão que não se teve a presença de outros meios de comunicação alem do Blog do Messias Lucas, já questionado anteriormente outros veículos de comunicação da região os mesmos disseram não ter sido convidados para tal evento, oque quase aconteceu com esse blog se não tivecimos ido á ultima sessão na Câmara de vereadores e questionado se não seriamos convidados.

Para a senhora presidente do legislativo a responsável em direcionar os convites, lembramos a mesma que a IMPRENSA é tão importante quanto os convidados que ali estavam, pois é ela que divulga o evento e a cidade num todo, tudo depende de informação, a informação está presente em todos os lares todos os dias seja ela escrita ou falada, é papal da imprensa mostra o sucesso ou o insucesso de um evento, no caso sobrou para a prata da casa mostras a segunda opção.    

(LEIA DEPOIS DAS FOTOS SOBRE LIBERDADE DE IMPRENSA) 



(Foto feita por nossa reportagem apos a execução do hino nacional) 

(Foto feita por nossa reportagem apos a execução do hino nacional) 

(Foto feita por nossa reportagem apos a execução do hino nacional) 



(Foto feita por nossa reportagem apos a execução do hino nacional) 

(Foto feita por nossa reportagem apos a execução do hino nacional) 







































































































































A liberdade de expressão não é princípio abstrato. Está inscrito como um dos direitos e garantias fundamentais da Constituição no inciso IV do artigo 5º, onde se assegura a livre manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato. Sobre esse preceito constitucional, o Brasil readquiriu o hábito salutar da liberdade de imprensa, da pluralidade do pensamento e da livre manifestação de opiniões.

A democracia se corporifica na presença das muitas manifestações divergentes do povo, mas se fundamenta no respeito à decisão da maioria. Sem que a maioria sufoque a minoria divergente, composta de variadas opiniões, visões de mundo e ideologias.

Em alguns casos, a imprensa expressar a voz da maioria. Em outros, vocaliza a minoria que se manifesta contrariamente ao senso majoritário. Torna-se crítica, assume o papel fiscalizador do Estado, posicionando-se como contraponto ao poder formal e legalmente instituído. É saudável que assim seja. É bom a existência da oposição, do contraditório, da divergência. O silogismo grego já demonstrava a força do entrechoque de ideias e de realidades para se chegar a resultado evolutivo no pensamento.

Imprensa livre é, portanto, sinal de que se caminha no sentido de fortalecimento da vida democrática, ao lado da pluralidade de pensamentos representada pelos parlamentos. Não à toa, sempre que se instaura uma ditadura, as duas primeiras vítimas são parlamentos e imprensa livre. Um olhar rápido pela História basta para comprovar essa constatação. Muitos brasileiros viveram essa conjunção sufocante onde imprensa e o povo não respiravam a liberdade. Por isso, valorizamos tanto a verdadeira expressão de uma garantia e de um direito reconquistado com muita luta por muitos brasileiros.

É essencial a imprensa livre para o verdadeiro processo democrático. Imprensa responsável é fundamental para uma democracia justa e equilibrada, onde os direitos individuais e coletivos sejam assegurados a todos. A liberdade de expressão não pode ser confundida com leviandade de divulgação de boatos. A esses, devem-se sempre sobrepor os fatos. Esses sim, senhores maiores do jornalismo de qualidade que vários profissionais, trabalhando em diferentes veículos, lograram produzir no Brasil. No jornalismo político brasileiro, Carlos Castello Branco tornou-se selo de garantia da boa informação, credibilidade conquistada com apego religioso na apuração de fatos e desprezo fundo pelos boatos.

Não devemos temer a liberdade de expressão porque o regime constitucional brasileiro estabelece que "é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem". Esse inciso V é muitas vezes esquecido, relegado aos processos onde se aplica, sob força de decisão judicial, o reparo à imagem. Quase sempre, reparos tardios, que nem sempre reconstroem a imagem derruída por equívocos da imprensa. Mas, de qualquer forma, é meio de recompor a verdade dos fatos. São dois valores constitucionais: de um lado, a livre manifestação da imprensa e, de outro, a eventual responsabilização se dano verificar-se

A defesa da liberdade de imprensa é lugar comum. Hoje, o país não abre mão desse valor. Contudo, a expressão vigorosa da liberdade exige rigor na busca dos fatos, os primeiros a sofrerem baixa nos momentos extremos das grandes disputas, sejam guerras reais ou eleitorais.

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